18.7.17

Parcels

Está em contagem decrescente o tempo que falta para estes miúdos levarem para casa o troféu de banda do Verão. O facto de serem produzidos e apadrinhados pelos ex-titulares Daft Punk, dá uma ajuda. O facto de parecerem um cruzamento entre Jungle e Roosevelt, também. O mérito, no entanto é todo deles, Groove is in the heart.






20.6.17

Slow Dancer - In A Mood

Há discos que se instalam permanentemente no ouvido quando menos se espera.
Sem hype, sem o acidental pop-up num shuffle a debitar dos headphones durante o jogging, sem qualquer tipo de referência explícita. Apenas porque aleatoriamente vamos picando um ou outro saque da semana arquivado na infindável pasta dos "a ouvir", ou seja, prestes a acabar no baú dos esquecidos. São quase sempre os que sabem melhor.

8.5.17

Matt Elliott, Auditório de Espinho, 06.05.2017

A cada novo disco, a cada nova visita, Matt Elliot eleva para um novo patamar a intensidade emocional e a perturbante beleza de quem procura expiar a atração pelo abismo através da arte suprema de criar canções perfeitas, interpretadas com uma honestidade e entrega totais. Mais uma vez, arrebatador.

20.10.16

Ladies and gentlemen: The Lemon Twigs!

Dois putos de dezassete anos em 2016 que tocam como se tivessem vinte e poucos em finais de sessenta.
Beatles, Beach Boys, Harry Nilsson, Big Star, tudo filtrado,  desidratado e devidamente empacotado num saquinho de chá pronto a servir uma deliciosa infusão de forte travo retro capaz de induzir flashbacks inesperados.
Não são os novos Foxygen, mas ainda assim vão pôr muitos miúdos a vasculhar o baú dos pais e avós em busca das fontes sonoras originais e de uns trapinhos que se lhes adequem. Só por isso já valeu a pena.



15.9.16

Aposta certa.

O grandioso e ainda (quase) desconhecido Moses Sumney vale o seu peso em ouro.
Enquanto aguardamos pacientemente o album que tarda a chegar, fiquemos-nos pelos singles. 
O culto começa aqui,

Top Dens

Não é só a melhor música de sempre dos Lower Dens (sim, incluindo essa em que estão a pensar), é também uma das melhores músicas do ano. Clássico instantâneo em jeito de ode poliamorosa à fome de viver.