22.4.13
9.4.13
Carmen Villain
Carmen Villain é Carmen Hillestad, ex-modelo sueca, que se cansou de passear pelas capas das principais revistas de moda e decidiu mudar de rumo. Para despistar, adoptou um nome que parece roubado a Cruella De Vil e atirou-se à música com a mesma gana com que Kate Moss limpa espelhos com o nariz. O resultado é no mínimo intrigante. "Sleeper", o interessante disco de estreia, flutua num estado de ennui e escuridão interior que é a antítese do glamour adocicado de outras ex-modelos trovadoras. O single "Lifeissin", é o melhor cartão de apresentação, fazendo lembrar uma versão distorcida das Warpaint a brincar com a dissonância acústica de Thurston Moore.
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James Blackshaw and Lubomyr Melnyk – The Watchers
O site SlyVinil está-se a tornar um perigo para a carteira. Mas se há despesas que nem a troika, nem a "gorda", se atreveriam a desincentivar, esta é definitivamente uma delas.
"The Watchers " é o resultado de um encontro de titãs que partilham generosamente as suas zonas de conforto, de forma a acomodarem o génio de cada um, acabando por criar uma obra que é maior que a soma das partes. O que, atendendo às partes em questão, não é coisa de pouca monta.
Um bálsamo para os olhos e os ouvidos, barrado em vinil azul e com um belíssimo arranjo gráfico. Limitado a 200 unidades, não o deixem escapar.

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"The Watchers " é o resultado de um encontro de titãs que partilham generosamente as suas zonas de conforto, de forma a acomodarem o génio de cada um, acabando por criar uma obra que é maior que a soma das partes. O que, atendendo às partes em questão, não é coisa de pouca monta.
Um bálsamo para os olhos e os ouvidos, barrado em vinil azul e com um belíssimo arranjo gráfico. Limitado a 200 unidades, não o deixem escapar.

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3.4.13
2.4.13
Jenny Hval - Innocence Is Kinky
Fechem os olhos e deixem-se apalpar pela felicidade.
brevemente na farmácia de serviço
Psychic Ills no Armazém
Este é um daqueles casos em que a falta de promoção é não só gritante, como roça o insultuoso.
Os Psychic Ills, repito, OS PSYCHIC ILLS, vão estar esta quinta feira (dia 4) no Armazém do Chá para um concerto i-m-p-e-r-d-í-v-e-l!
Faltem e na próxima vida irão reencarnar numa osga.
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Os Psychic Ills, repito, OS PSYCHIC ILLS, vão estar esta quinta feira (dia 4) no Armazém do Chá para um concerto i-m-p-e-r-d-í-v-e-l!
Faltem e na próxima vida irão reencarnar numa osga.
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1.4.13
Sound City
Quem respondeu Sound City pode avançar duas casas.
No primeiro caso, a banda deve (literalmente) a sua existência e sucesso à casa adquirida em 1970 por Tom Skeeter e Joe Gottfried. No segundo, talvez "Nevermind" não tivesse disparado para a estratosfera caso não sido gravado lá.
O mítico estúdio de Los Angeles, Meca de bandas e produtores que procuravam aquele elemento extra na pureza analógica, era famoso por possuir a "Neve Console" uma das pouquíssimas mesas de mistura criadas pelo génio da engenharia sonora, Rupert Neve, e responsável por uma dezena de êxitos que hoje reconhecemos como clássicos absolutos da música popular americana.
O estúdio já não existe, ultrapassado pelo ilusório facilitismo da gravação digital, mas a sua história pode ser devidamente apreciada no documentário realizado por um muito agradecido David Grohl, actual proprietário da famosa consola e defensor acérrimo da gravação analógica.
Vejam o filme completo aqui:
O estúdio já não existe, ultrapassado pelo ilusório facilitismo da gravação digital, mas a sua história pode ser devidamente apreciada no documentário realizado por um muito agradecido David Grohl, actual proprietário da famosa consola e defensor acérrimo da gravação analógica.
Vejam o filme completo aqui:
Ou dirijam-se à habitual farmácia de serviço: para os olhos | para os ouvidos
Caveman - Caveman
O seus efeitos secundários são bastante prolongados e não deixam muita apetência para drogas substitutas mesmo que oriundas do mesmo fabricante.
Mas eis que chega o seu inevitável sucessor e o receio instala-se: será que a falta de ideias para o título espelha o seu conteúdo?
Felizmente não. Bastam duas ou três "escutadelas" para que temas como "Strange To Suffer", "Where's The Time", ou "Chances" entrem logo em constante airplay mental, e embora se note alguma dispersão estilística, rematada aqui e ali com enchimentos shoegaze ("Big Push") e clonagens dos Shins ("In The City"), no geral, continua a estar acima da média.
Não é um novo "C.B." (isso acontece uma vez na vida) mas, como diria a velha matraca, isso agora não interessa nada. Este é um daqueles casos em que todas as migalhas contam.
P.S. - Ando há dois anos a tentar, devotamente, alargar o culto Cro-Magon a novos crentes e a pedinchar a todos os promotores conhecidos por uma chance para os ver ao vivo, até agora sem resultados. Afinal com quem é que eu tenho que dormir para que isso aconteça?
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